Quantcast
Investigação

Investigação quer perceber efeitos do bruxismo na restauração dentária

Investigadores suecos querem perceber como o bruxismo afeta a longevidade das restaurações dentárias, através da avaliação das complicações.

Investigadores suecos querem perceber como o bruxismo afeta a longevidade das restaurações dentárias, através da avaliação das complicações que a condição pode causar depois do tratamento de implantes dentários, avança o Dental Tribune International. A investigação tem como objetivo reduzir o tempo e o custos associados a refazer o trabalho dentário.

A investigação recebeu recentemente financiamento da Oral Health Related Research by Region Skåne (Odontologisk Forskning i Region Skåne) e é uma colaboração com o departamento de próteses da universidade.

 

A autora e professora do Departamento de Dor Orofacial e Função do Maxilar na Faculdade de Odontologia da universidade, Birgitta Häggman-Henrikson, afirmou em comunicado: “Existe um nível de competência muito elevado em termos de materiais e construções dentárias e sobrevivência a longo prazo de implantes no Departamento de Próteses. Esta será uma boa combinação com o nosso conhecimento sobre habilidades motoras de mandíbulas e parafunções.”

Durante a primeira fase do projeto, os investigadores realizarão um acompanhamento a longo prazo dos pacientes existentes que foram submetidos a restauros de implantes para investigar as complicações dentárias associadas ao bruxismo. “Pode haver complicações tardias que surgem após talvez dez anos”, observou a especialista.

 

A investigação deverá demorar entre três a quatro anos, sendo que os investigadores esperam que os dados obtidos com o estudo ajudem a desenvolver métodos e rotinas para reportar e identificar eficientemente os fatores de risco relacionados com o bruxismo.

De acordo com Birgitta Häggman-Henrikson, as restaurações dentárias são afetadas por vários fatores, incluindo os materiais utilizados, fatores técnicos e fatores relacionados com o paciente, como o bruxismo.

 

“Queremos mapear como são estas complicações, e a longo prazo queremos encontrar os fatores que precisamos de ter em conta antes do tratamento. Depois, pode-se adaptar o tratamento tanto com base em fatores do paciente como dependendo dos materiais disponíveis”, explicou.

Este site oferece conteúdo especializado. É profissional de saúde oral?