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Saúde Oral

ADSE propõe aumento de preço tabelado na medicina dentária

A ADSE propôs na nova tabela de preços “um aumento grande” nos custos para os beneficiários em regime convencionado.

A ADSE propôs na nova tabela de preços “um aumento grande” nos custos para os beneficiários em regime convencionado – 18% -, apesar dos copagamentos nos diferentes atos passarem de 33,3% para 25%, revela um parecer preliminar do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) do instituto, a que o Jornal Económico teve acesso. Os custos globais com medicina dentária aumentam 66,5%.

Para o líder da Federação de Sindicatos de Administração Pública (Fesap), José Abraão que integra o CGS, “globalmente, estas tabelas convencionadas são positivas para os beneficiários da ADSE. Tem mais convenções e houve um conjunto de preços que passaram a ser fechados como nas cirurgias, internamentos, transportes e dentistas”.

O dirigente sindical avança também que com as novas tabelas são fixados preços máximos (fechados) em cirurgias, medicamentos e próteses, nas quais desaparecem as regularizações de faturas feitas com os prestadores de saúde privados.

Na revisão “muito significativa” da medicina dentária, o parecer destaca:

  • a alteração das designações, promovendo um maior controlo;
  • o aumento dos limites anuais autorizados por beneficiário/dente;
  • manutenção da nova regra que dá ao beneficiário a possibilidade de optar por materiais mais nobres do que a prática clínica corrente, financiando-os em separado;
  • a inclusão nesta tabela da ortopantomografia, que se encontrava na tabela de radiologia;
  • os preços passam a ser estabelecidos tendo em conta os valores em vigor no mercado, os preços praticados no Regime Livre e outra informação disponível.
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