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Saúde Oral

Qual é o futuro da telemedicina dentária?

Um grande número de clínicas dentárias foram parcialmente ou totalmente encerradas, por todo o mundo, devido à pandemia da covid-19.  Algumas clínicas reabriram com tratamento presencial e outras modificaram os seus serviços para oferecer medicina dentária à distância.

De acordo com um artigo publicado no DentistryIQ, a telemedicina dentária foi pela primeira vez introduzida num projeto do Departamento de Defesa norte-americano em 1994. A partir daí foi sendo adotada por médicos dentistas que trabalhavam em regiões geograficamente remotas.

Segundo um artigo do Dental Tribune, em 2015 foi lançado o primeiro modelo de medicina dentária à distância pela SmileDirectClub, que permitia aos consumidores comprar kits do-it-yourself (DIY) com supervisão por videoconsulta. O kit recebeu críticas dos médicos dentistas que insistiam que um profissional treinado deveria supervisionar o tratamento.

Um inquérito conduzido pela DentaQuest Partnership for Oral Health Advancement descobriu que 75% dos médicos dentistas que já forneceram serviços de telemedicina dentária esperam que o volume de pacientes remotos permaneça estável ou aumente nos próximos 12 meses. No entanto, apenas 34% ​​realmente fazem ou querem fazer videoconsultas.

Enquanto empresas como a SmileDirectClub procuram acesso direto aos consumidores, outras preferem utilizar o serviço apenas para melhorar a relação médico dentário-paciente. Por um lado, foi anunciado o TeleDent MouthWatch, uma plataforma que utiliza videoconferência que permite a realização de exames pré-visitas, consultas e até triagens de emergência virtualmente. A start-up americana Dentulu, por outro lado, tem um aplicação móvel que permite aos pacientes contactarem rapidamente com um médico dentista.

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