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Clínicas Dentárias

Impacto da pandemia na medicina dentária nem sempre foi “para o pior”

Impacto da pandemia na medicina dentária nem sempre foi “para o pior”

O médico dentista Agustín Casas, no âmbito do Congreso de la Periodoncia y la Salud Bucal, realizado em Málaga, abordou as consequências da pandemia na medicina dentária. Para o orador, o impacto não foi sempre “para o pior”, informa o portal Gaceta Dental.

Na perspetiva da organização clínica, Agustín Casas considerou que alguns hábitos adquiridos neste período têm servido para esta ser mais preventiva.

 

O especialista nota que “as principais alterações que a pandemia significou a nível dentário têm sido fundamentalmente baseadas em enfatizar a importância de evitar a produção de aerossóis para reduzir a contaminação ambiental nos gabinetes dentários, bem como em colocar em prática os diferentes métodos que foram propostos para eliminar este vírus no ambiente”.

Uma das mudanças mais significativas e drásticas apontada foi na relação com os pacientes. “É muito difícil estabelecer relações de confiança com tantas barreiras entre profissionais e pacientes; no final, os pacientes só veem os nossos olhos, porque tudo o resto está coberto, e eles não são capazes de perceber os nossos gestos, as nossas expressões ou os nossos sorrisos, e isso é um grande défice.”

 

Relativamente aos aspetos positivos, o profissional aponta o “desenvolvimento da telemedicina dentária e da telemedicina em geral”. “A telemedicina dentária, algo que pensávamos que nunca viria, já está aqui”, sublinha Agustín Casas, que pede que “agora temos de a desenvolver e aprender a usá-la para extrair os maiores benefícios”.

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