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Disfunção temporomandibular com elevada prevalência entre praticantes de artes marciais

Um estudo recentemente publicado demonstra que a prevalência da disfunção temporomandibular é significativamente mais elevada em praticantes de artes marciais do que em atletas de outras modalidades. De acordo com o estudo, a causa pode estar na intensidade e na duração dos treinos necessários para preparação de competições de elite.

A investigação incluiu 24 praticantes de karaté profissionais, 17 praticantes amadores, 13 praticantes de artes marciais de elevada performance e 28 pessoas que não praticam qualquer modalidade. Isto porque os atletas de alta performance correm maiores riscos: duas a cinco vezes mais probabilidades de sofrer de lesões traumáticas faciais, em comparação com outos desportos mais ‘suaves’.

Os resultados obtidos permitiram concluir que a prevalência da disfunção temporomandibular era mais elevada entre os atletas profissionais. Por outro lado concluiu-se que a prevalência da condição era semelhante entre os atletas de desportos recreativos e quem não praticava artes marciais.

Assim, cerca de 54% dos atletas profissionais de karaté sofriam de disfunção temporomandibular, enquanto apenas 14% dos atletas amadores e dos não-atletas sofria da condição.

Curioso com o estudo? Leia aqui.  [1]