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Saúde Oral

Cancro oral – os sinais de alerta e as causas

O cancro oral afeta mais homens do que mulheres, com quase o dobro de homens a serem diagnosticados com esse tipo de tumor a cada ano. No entanto, ao contrário de muitos outros cancros, quase 50% de todos os cancros orais são evitáveis, informa o Noticiasaominuto. Dessa maneira, perceba alguns dos sinais de alerta.

De acordo com a Oral Health Foundation, nove em dez cancros orais que são diagnosticados precocemente são tratáveis por cirurgia. Ao ser detetado precocemente, os pacientes têm uma taxa de sobrevivência de 90%.

 

Quatro sinais de alerta precoce que pode detetar com um exame de saúde oral regular são:

  • Úlceras que levam mais de três semanas para curar;
  • Manchas vermelhas ou brancas incomuns;
  • Nódulos à volta do pescoço e do maxilar;
  • Rouquidão persistente da garganta.

A Oral Health Foundation, num artigo do seu site, informa ainda que existem três grandes fatores de risco, o tabaco, o álcool e o vírus do papiloma humano (HPV).

 

No caso do primeiro, o risco de cancro oral aumenta dez vezes e dois em cada três casos estão ligados a esta prática. “Apesar do número de fumadores continuarem a cair, continua a ser a principal causa de cancro oral.  O nosso foco deve ser o de fornecer aos fumadores o apoio e a informação de que necessitam para desistirem do tabaco para sempre”, explica o chief executive da Oral Health Foundation, Nigel Carter.

Quanto ao álcool, a investigação científica mostra que aqueles que bebem entre 10 e 42 unidades de álcool por semana podem aumentar as suas hipóteses de desenvolver a doença em até 81%.  Os casos de cancro oral são quase três vezes maiores em pessoas que bebem regularmente.

 

Por último, no caso do vírus do papiloma humano (HPV), “cerca de 90% das infeções por HPV geralmente desaparecem sozinhas dentro de dois anos, no entanto, para algumas pessoas podem levar a mudanças na boca e levar ao cancro no futuro”.

“Praticar sexo seguro e limitar o número de parceiros que tem pode ajudar a reduzir as suas hipóteses de contrair HPV, explica Nigel Carter.

 
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