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Implantes Core: Comodidade, estabilidade e estética

A linha de Implantes Core da BTI Biotechnology Institute foi apresentada no dia 27 de maio no Auditório da Administração da CGD, em Lisboa. A sessão técnica abordou as suas vantagens, benefícios, aplicações e protocolos, assim como o uso de implantes estreitos e extra curtos como solução para casos com maxilares atróficos.

A SAÚDE ORAL marcou presença no evento e teve oportunidade de entrevistar os três palestrantes − os médicos dentistas Antonio González Mosquera, António Gomes da Silva e Filomena Rodrigues − acerca das características da linha de implantes, do seu impacto na prática clínica, na qualidade de vida e satisfação dos pacientes.

 

Antonio González Mosquera

 

Que importância tem esta sessão técnica da BTI?

Estas ações são importantes porque ajudam a resumir os protocolos clínicos mais recentes, permitindo uma maior capacidade de previsibilidade e êxito nos nossos tratamentos. Impactam na maneira de diagnosticar, na nossa abertura a novos materiais e tratamentos.

 

Que benefícios realça destes implantes?

Desde que os utilizo – há cerca de dois anos – realço que são muito cómodos porque me permitem resolver com um só sistema de implantes mais de 90% dos casos. Só necessito de outro tipo de implantes em casos muito especiais. Além disso, dão uma excelente estabilidade primária e muito boa capacidade estética. Para mim reúnem absolutamente tudo.

 

O que destaca da sua apresentação?

A realização dos diagnósticos de implantes centrados na qualidade e quantidade do osso, sempre tendo o foco numa abordagem biológica, não colocar os implantes maiores que o devido, colocar os implantes necessários e tentar estandardizar os nossos tratamentos utilizando a filosofia Core.

Como caracteriza a BTI no setor dentário?

É uma empresa pioneira, inovadora, que sempre tem soluções centradas na comodidade do paciente e do clínico, com um apoio tremendo à investigação. Todas as soluções que apresentámos aqui têm no mínimo cinco anos de investigação.

 

António Gomes da Silva

O que ressalta do evento BTI Implant System, com vista à apresentação da linha de implantes CORE?

Desde logo a iniciativa da BTI. É uma empresa que aposta em constantes inovações e considero ser muito importante manter os clientes a par das melhorias que se vão introduzindo.

Que feedback obteve por parte dos seus colegas presentes?

Felizmente, a melhor possível. Foi um dia de muita partilha e que nos permitiu ver novas perspetivas e abordagens mais biológicas.

Que vantagens sublinha desta linha de implantes e de que forma irão impactar na sua prática clínica, assim como na qualidade de vida e satisfação do paciente?

Esta linha tem uma versatilidade muito interessante: diâmetros desde 3,3 a 4,75mm, sempre com a mesma plataforma protética de 3,5mm − o que permite unificar a reabilitação usando sempre os mesmos componentes protéticos. Isto é um descanso para a equipa e implica menor investimento em peças. São cónicos, o que permite ter protocolos mais simplificados. E o poder incorporar longitudes a partir de apenas 4,5mm permite abordar casos de forma menos invasiva. Por exemplo, pode evitar-se, em alguns casos, uma elevação de seio maxilar ou uma cirurgia com vista à transposição do nervo dentário utilizando este tipo de implantes, de forma previsível.

 

Filomena Rodrigues

Que importância têm estes eventos para a classe de dentária?

É uma forma de nos mantermos atualizados. A área da saúde é muito dinâmica e a da implantologia oral tem particularidades que é preciso conhecer, para se poder proporcionar ao paciente a melhor solução possível. A partilha de casos − de sucesso e de insucesso − ajuda muito nesse sentido, a que possamos aprender uns com os outros de forma construtiva.

Em que circunstâncias os novos implantes CORE serão mais benéficos de serem utilizados?

Eu diria que em 95% dos casos do dia a dia, devido justamente a esta versatilidade. E nos 5% restantes, para casos de maxilares com atrofia horizontal, a BTI dispõe de implantes com 3.0mm de plataforma e corpo a partir de 2,5mm. Poder dispor de um catálogo com tantas medidas permite que possamos escolher exatamente a que o paciente precisa.

*Artigo publicado na edição 146, de setembro-outubro, da Saúde Oral

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