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Clínicas Dentárias

A economia da felicidade nas clínicas dentárias

A economia da felicidade nas clínicas dentárias

A importância da felicidade aquando da transformação digital de uma clínica dentária foi abordada recentemente pelo cofundador da Dental Data (organização dedicada à digitalização dentária), Pedro de Ahumada Servant, num artigo do portal Gaceta Dental. Como referido, o principal objetivo que se deve cumprir a nível individual ou coletivo no seu dia-a-dia como médico dentistas, diretor clínico ou outro profissional é alcançar a felicidade.

“Em geral, quase todas as ações que os seres humanos realizam diariamente visam, de alguma forma, direta ou indiretamente, alcançar um estado de felicidade, prazer e/ou satisfação”, explica o responsável.

Pedro de Ahumada Servant aponta que a felicidade na clínica dentária depende de vários fatores:

  • Desde a conceção de felicidade que os indivíduos possuem;
  • A idade
  • Visão da vida
  • Educação
  • Cultura
  • Personalidade
  • Capacidade de adaptação a mudanças
  • Condição de trabalho
  • Saúde
  • Etc

O responsável nota que “para tentar medir a economia da felicidade na clínica, é preciso reduzir os fatores na mesma categoria, por exemplo, rendimento e riqueza. Por conseguinte, é necessário estabelecer a diferença entre o rendimento e a riqueza, uma vez que são geralmente vistos como sinónimos; A riqueza é um stock de ativos (a clínica) e o rendimento é um fluxo de lucro que provém desse stock de ativos (os serviços prestados na clínica)”.

“A economia assume que o bem-estar material é uma condição prévia para o bem-estar e a felicidade”, declara. No entanto, Pedro de Ahumada Servant aponta que existem outras variáveis como a variável “segurança”.

“Alcançar a segurança e a tão desejada economia da felicidade envolve estabelecer a digitalização da gestão da clínica. É irracional não progredir no sentido de novos sistemas organizacionais baseados em dados”, considera.

A visão necessária para alcançar a segurança deve centrar-se na organização, otimização e criação de uma estrutura de dados adequada para a tomada de decisões e crescimento sustentável, aponta. Nesse sentido um dos desafios é conhecer as ferramentas capazes de ajudar nesse objetivo da felicidade.

Em suma, “a energia de uma clínica dentária estimula as pessoas a fazerem coisas. Bónus, promoções, podem fazer com que as pessoas se esforcem a curto prazo, isso é certo”. No entanto, “a lealdade a uma clínica dentária derrota a remuneração e os benefícios. E, a menos que seja um piloto de caça, não é o trabalho que fazemos que nos motiva, é a razão pela qual vamos trabalhar: ajudar a resolver problemas de saúde”.

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