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Formação

SMD critica novos cursos de medicina dentária em reunião com secretário de estado

O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) manifestou a sua insatisfação relativamente ao aparecimento de mais cursos de medicina dentária.

O Sindicato dos Médicos Dentistas (SMD) manifestou ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a sua insatisfação relativamente ao aparecimento de mais dois cursos de medicina dentária em Portugal, passando de sete instituições para nove. Em comunicado enviado à SAÚDE ORAL, o SMD informa que considera a situação “insustentável e irracional”, abordando o tema na reunião que teve com o secretário de estado do Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira.

No encontro, o SMD tentou “sensibilizar o secretário de estado para a dramática situação em que vive a classe, evocando como um dos problemas fulcrais o excesso de médicos dentistas em Portugal”. Dessa maneira, requeriu a diminuição do numerus clausus nas diversas instituições que ministram o curso.

 

O sindicato apelou ainda para o secretário de estado “pressionar de forma brutal” a sua própria agência, a A3ES, para que esta não aprove os novos cursos.

O SMD, na qualidade de entidade externa representante sindical da profissão, “irá exigir, como de direito legítimo, a sua participação e audição, nos procedimentos de avaliação das Instituições de Ensino Superior e dos seus ciclos de estudos, em conformidade com o previsto no regime jurídico da avaliação do Ensino Superior, aprovado pela Lei n.º 38/2007 de 16 de Agosto, com equivalência no artigo 7º do Decreto-Lei nº 369/2007, de 5 de Novembro, que instituiu a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e seus estatutos”.

 
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