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OMD: Objetivos do PNS 2021-2030 não fazem “alusão à saúde oral”

OMD: Objetivos do PNS 2021-2030 não fazem “alusão à saúde oral”

O Conselho Diretivo da Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) alertou que, na proposta do Plano Nacional de Saúde (PNS) 2021-2030, que esteve em consulta pública até 7 de maio, “nos 37 objetivos propostos para a saúde, nenhum faz qualquer alusão à saúde oral”.

Segundo explicado no seu site, a OMD detetou ainda que “os dados estatísticos apresentados no PNS remontam a 2019, com exceção das doenças orais, cujos dados não vão além de 2014”. Dessa maneira, considera ser necessário “fazer o diagnóstico da situação atual que deverá sustentar um planeamento correto no sentido de colmatar as necessidades existentes” e propõe a realização de um “novo Estudo Nacional de Doenças Orais”.

 

A entidade recomenda também a inclusão da “saúde oral nas estratégias de intervenção”, o investimento na saúde escolar, para o fomento da “literacia em idades precoces” e intervenção nas cáries “num estádio inicial”, bem como a identificação do “médico dentista como ator de saúde pública”, nomeadamente através da criação da carreira no SNS.

Por fim, entre outras considerações, apresentou, no seu contributo, as orientações emanadas pela FDI e OMS para as estratégias das políticas de saúde oral, que assentam em três pilares, subscritos pela Ordem.

 

Da reunião do Conselho Diretivo da OMD saíram ainda decisões como a conversão da bolsa de emprego da OMD para uma bolsa pública, aberta a todos os profissionais da área, e a nomeação do presidente do Centro de Formação Contínua, António Roma Torres, como o novo National Liaison Officer (NLO) na Federação Dentária Internacional (FDI).

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