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Formação

FMUC e IPO Coimbra aliam-se para “ensino diferenciador” na medicina dentária

Estudo da Faculdade de Medicina da UC distinguido na Áustria

A Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) e o Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPOCFG) assinaram um protocolo de cooperação de forma a apostar na investigação, na melhoria pedagógica, na formação e na prestação de serviços à comunidade na área da medicina dentária.

Esta iniciativa, destinada a alunos do 4.º e 5.º anos do Mestrado Integrado em Medicina Dentária (MIMD), pretende recuperar uma parceria que, tendo sido estabelecida no início da criação do ensino de Medicina Dentária pela FMUC, durante muitos anos, permitiu aos alunos desenvolver rotações clínicas em vários serviços hospitalares, incluindo o IPOCFG.

 

O diretor da FMUC, Carlos Robalo Cordeiro, explica que “o ensino da Medicina Dentária inclui uma vertente prática que consiste na execução e no exercício de atos clínicos, levados a efeito em benefício dos doentes do CHUC”.

“Este protocolo constituirá um fator de diferenciação na formação pré-graduada dos estudantes de Medicina Dentária da UC na área da Oncologia Oral, visando uma formação diversificada, abrangente e multidisciplinar, para melhor qualidade na prestação de cuidados de saúde oral à população”, acrescentou.

 

Na área da inovação e melhoria pedagógica, o IPOCFG vai abrir portas a cerca de 80 alunos do MIMD que acompanharão a atividade clínica de diagnóstico, tratamento e acompanhamento realizada pelos profissionais da especialidade de Estomatologia e de Cirurgia Maxilofacial do IPOCFG.

Mais vocacionado para a formação continua e pós-graduada, o protocolo irá ainda permitir a realização de ações de formação também no âmbito de cursos de estudos avançados da FMUC (Mestrados e Pós-graduações), onde a área da Oncologia Oral seja fundamental.

 

No âmbito da prestação de cuidados de saúde oral à população, vão ser criados canais otimizados de referenciação de pacientes através do desenvolvimento de programas de prevenção e rastreio de cancro oral na população.

Por último, na investigação, ambas as instituições assumem a vontade de levar a cabo projetos de investigação no âmbito epidemiológico (caracterização de perfis populacionais regionais), diagnóstico (estudo de técnicas inovadoras) e tratamento (estudos de eficácia).

 
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