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Saúde Oral

Estudo conclui que o aconselhamento dentário contribui para o aumento de tentativas para deixar de fumar

O aconselhamento dentário para cessação tabágica foi associado a um crescimento de 18% nas tentativas para deixar de fumar, concluiu estudo publicado na edição de janeiro do The Journal of the American Dental Association (JADA). A American Dental Association (ADA), no seu site, informa que o estudo inquiriu 1 024 fumadores e ex-fumadores que tinham pelo menos 18 anos, que deixaram de fumar nos últimos 12 meses, e que tinham visitado o dentista no mesmo período de tempo.

Os autores descobriram que 44,6% dos inquiridos receberam conselhos para deixarem de formar provenientes de um profissional de cuidados dentários. “Embora não existisse uma associação significativa entre o aconselhamento de cessação tabágica e qualquer tentativa de deixar de fumar, o que significa que os inquiridos tentaram deixar de fumar pelo menos uma vez, receber conselhos foi associado a um aumento de 18% no número de vezes que os inquiridos tentaram deixar de fumar”. Os conselhos não foram associados à abstinência durante seis meses ou mais.

 

“Os profissionais de saúde oral estão bem posicionados para ajudar os pacientes a deixar de fumar, e, no entanto, as nossas descobertas mostram que todo o seu potencial não está a ser realizado, o que nos dá a oportunidade de resolver esta lacuna”, considerou a autora do estudo Sandhya Yadav.

A responsável nota que “os profissionais da dentária precisam de formação formal sobre estratégias de cessação tabágica para aumentar a sua autoeficácia na prestação de apoio adicional aos pacientes para uma abstinência sustentada”.

 

De acordo com um relatório do ADA Clinical Evaluators Panel, publicado na edição de outubro da JADA, cerca de metade dos médicos dentistas oferecem aconselhamento ou tratamento de cessação tabágica aos seus pacientes.

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