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Congresso Anual SPEMD : Beneficiar das potencialidades de um congresso em formato virtual

À semelhança do sucedido o ano passado, o XLI Congresso Anual SPEMD 2021 [1]vai manter-se em versão online, durante três dias − 7, 8 e 9 de outubro −, com novidades [2] que permitirão melhorar a experiência dos participantes. A investigação vai ser a palavra de ordem deste congresso que, de acordo com o presidente da Comissão Organizadora, João Bravo, pretende aproximar-se da realidade presencial, aproveitando o que de melhor o mundo virtual tem para oferecer.

Este ano o congresso realiza-se a 7, 8 e 9 de outubro em formato online. Há algum tema em destaque?

Este ano, tal como no ano passado, vamos manter o congresso em versão webinar, devido à situação pandémica que ainda vivemos. Num formato diferente do ano passado, e mais próximo das versões presenciais, com a duração de dois dias, realizaremos o já tradicional Fórum de Investigação e apresentaremos diversas palestras abordando temas atuais e transversais à medicina dentária/estomatologia. Será um programa bastante abrangente, com vários palestrantes nacionais e internacionais

O ano passado o congresso decorreu em formato online e este ano regressa no mesmo formato. Que impacto tem esta mudança na organização do evento? E como tem sido o feedback da classe perante este cenário?
 

O ano passado o congresso realizou-se em moldes um pouco diferentes do habitual, em termos de duração. A SPEMD decidiu e organizou, em tempo recorde, o Congresso NextGen 2020, em formato webinar. O congresso foi realizado em dois tempos: em outubro, com a realização de quatro palestras, distribuídas por duas semanas, e em dezembro, com a apresentação dos melhores trabalhos científicos submetidos por sócios e não sócios e candidatos ao Prémio Congresso 2020.

A mudança para a versão online implicou uma reestruturação completa na cooperação com os patrocinadores. A ausência de área comercial, a interação entre estes e os congressistas teve de ser reinventada. Mas, das adversidades conseguimos tirar ensinamentos e proveito e, este ano, já com mais experiência, criámos formas de divulgação e exposição dos nossos parceiros que, estamos em crer, irá ser uma experiência vantajosa para todas as partes e, mesmo, para o futuro.

Quais são as expectativas para a realização do congresso deste ano em formato digital?
 

As expectativas não são muito diferentes da versão presencial. Queremos, como sempre, presentear os nossos congressistas com bons momentos de ciência e de partilha de conhecimento de elevada qualidade, ao mesmo tempo que continuamos a promover a apresentação de trabalhos científicos, por parte de sócios e não sócios. Não sendo comparável ao nível da interação entre colegas, palestrantes e patrocinadores que conseguimos com a versão presencial, acreditamos que, com mais experiência, este ano, conseguiremos realizar um congresso em que os participantes se sintam bem e como se estivessem num “verdadeiro congresso presencial”. A não existência de limite de inscrições, a par da possibilidade de os congressistas participarem a partir de qualquer localização no mundo, são vantagens do formato digital.

Como se irá estruturar o programa?

O congresso irá realizar-se durante três dias. No dia 7 de outubro iremos realizar o Fórum de Investigação e a cerimónia de abertura. Será um dia menos intenso, dedicado à investigação. No dia 8, as duas sessões (manhã e tarde) irão dividir-se entre a apresentação de trabalhos científicos e palestras, sendo que da parte da tarde teremos um Fórum de patologia oral, à semelhança do que tem vindo a ocorrer desde há alguns anos. No dia 9, teremos palestras de 1 a 2 horas de duração, de manhã e de tarde.

O programa irá incluir alguns cursos pré-congresso?
 

Se a pandemia o permitir, e sempre na certeza de garantir total segurança a todos os participantes, teremos dois a três cursos, a realizar no dia 7, nas nossas instalações do Porto e de Lisboa.

*Leia a entrevista na íntegra na edição setembro-outubro da SAÚDE ORAL [3]