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Clínicas Dentárias

Clínica Dentária de São Paulo: Design de vanguarda e proximidade com o paciente

A Clínica Dentária de São Paulo – Parque das Nações venceu o Prémio Saúde Oral na categoria Design Clínica Dentária. A SAÚDE ORAL falou com o diretor clínico sobre a conceção do projeto e o posicionamento da clínica no mercado dentário.

A Clínica Dentária de São Paulo Lda, com sede no Cais do Sodré, em Lisboa, conta com o médico dentista João Alvarez como proprietário e diretor clínico desde 1997, sendo que em 2009 foi aberta a sucursal do Parque das Nações. Até setembro de 2021, a clínica funcionou com dois gabinetes no primeiro andar do prédio onde está presentemente instalada, contudo, e dado que o espaço deixou de servir a crescente procura por parte dos doentes, o diretor clínico decidiu investir num espaço maior, desta vez com três gabinetes, atendendo também às mais recentes inovações na área de medicina dentária.

 

A proximidade e a fidelização dos doentes estão na base da génese da clínica, onde existe um contexto familiar. “Pai, filho e neto são acompanhados por uma equipa multidisciplinar constituída na sua grande maioria por médicos seniores com bastante experiência na especialidade que exercem”, nota o diretor clínico.

A clínica do Parque das Nações, além das especialidades médico-dentárias, conta também com a valência da harmonização facial.

 

A Clínica Dentária de São Paulo – Parque das Nações venceu o Prémio Saúde Oral na categoria Design Clínica Dentária. O que vos levou a candidatar a clínica este prémio?

 

Fomos candidatos ao prémio por intermédio da Sabrab − Atelier de Arquitetura e Engenharia − que, consciente da arquitetura e design da clínica, teve a iniciativa (e a intuição) de a promover desta forma. A conceção da clínica teve como base critérios de sustentabilidade, sendo o bambu o material predominante e a marca principal da mesma, a par dos critérios de arquitetura e design com o cunho da Sabrab a quem entregámos o projeto com “carta branca” para a conceção do mesmo, bem como para a execução. A parceria resultou muitíssimo bem.

O prémio teve muita importância pois foi o reconhecimento de um trabalho de equipa entre nós, responsáveis pela clínica e a Sabrab. Investimos bastante tempo em pormenores para que o espaço ficasse apto a proporcionar o melhor nos cuidados médico-dentários, mas também no conforto para os nossos pacientes. A luz e o melhor aproveitamento da mesma eram uma preocupação nossa, bem como o back office, visto o espaço ser limitado nessa área, mas foi tudo conseguido.

 

Além da clínica no Parque das Nações, também detêm uma outra clínica no Cais do Sodré, que assumem ser a mais antiga de Lisboa, remontando ao século XIX. De um lado o design de vanguarda e do outro a art deco. Conte-nos um pouco da história da clínica.

A sede da clínica no Cais do Sodré, instalada no primeiro andar de um prédio pombalino na emblemática Praça de São Paulo data de fins do séc. XIX e é, provavelmente, a clínica mais antiga de Lisboa, sendo detentora desde a sua criação de alvará exclusivo para a prática da medicina dentária.

Pelos estudos que fizemos junto do arquivo municipal de Lisboa e Biblioteca Nacional é praticamente certo que foi o Arqº Norte Júnior (Arqº responsável pela conceção do projeto da pastelaria Versailles) o autor do projeto de arquitetura e interiores que a clínica foi alvo nos anos 20 do século passado. Infelizmente um incêndio ocorrido no atelier do referido arquiteto que destrui todos os registos não nos permite confirmar esta quase certeza. Desde essa data que os elementos arte nova e art deco estão presentes em toda o espaço clínico, tendo o sido uma preocupação constante da direção clínica e gestão da clínica preservá-los a par das inovações técnicas postas ao serviço da medicina dentária, tornando-a, por esse motivo, num espaço único.

Antes desta intervenção nos anos 20, entre 1898 e 1908, a clínica dava pelo nome de Guerreiro, Simões, Bayão & Mourão, médicos que aí exerceram e formaram colegas na prática da estomatologia, sendo que em 1930, a sua denominação passou a ser Instituto Dentário Simões Bayão e nas décadas dos anos 50 confirma-se como uma clínica de referência na Baixa de Lisboa. Nos anos 60 passou a ser conhecida por Consultório Dentário Benedito de Sousa e, desde os finais dos anos 70, pela denominação atual – Clínica Dentária de São Paulo, por se localizar na emblemática Praça de São Paulo no Cais do Sodré.

Existe uma grande preocupação com a fidelização de clientes. Além disso, como descreveriam o posicionamento das clínicas no mercado?

É com grande satisfação que hoje detemos duas clínicas de estilos arquitetónicos completamente opostos, cada uma delas única, no entanto o core business é comum e baseia-se na fidelização e proximidade com todos os pacientes, facto que nos tem garantido uma posição no mercado que se refletiu na atribuição dos prémios PME Excelência e PMLíder e que face a clínicas do mesmo segmento, nos garante uma sólida posição no mercado.

 

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