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Saúde Oral

Cinco conselhos sobre a saúde oral e a atividade física

No Dia Mundial da Atividade Física o diretor clínico da Malo Clinic Lisboa, Ricardo Almeida, lembra os impactos da saúde oral no desporto.

No Dia Mundial da Atividade Física, 6 de abril, o diretor clínico da Malo Clinic Lisboa, Ricardo Almeida, lembra os impactos da saúde oral no desporto.

Em comunicado, o responsável alerta que “é importante compreender que a influência da saúde oral vai além da componente estética da boca ou dos dentes. A própria atividade física está dependente da saúde da nossa cavidade oral”.

Neste sentido, Ricardo Almeida lembra cinco motivos pelos quais se deve ter atenção à saúde oral quando se pratica desporto:

  • A relação entre a má oclusão e outros problemas – “Quando se exerce pressão sobre as arcadas dos dentes durante a prática desportiva, estas não são pressionadas da mesma forma e podem ocorrer fraturas nos dentes”, recorda. “Além disto, a má oclusão também está relacionada com problemas posturais, má distribuição da força dos membros inferiores, problemas respiratórios, entre outros que, sem dúvida, vão influenciar a atividade física”, acrescenta.
  • Infeções orais que dão origem a outras – “As bactérias provenientes da boca podem “alojar-se nas articulações, aumentando o risco de lesão e dificultando a recuperação de quem pratica desporto”, explica.
  • A importância dos protetores bucais – “A mandíbula encontra-se por debaixo da base do crânio e quando aplicada força excessiva, de baixo para cima, podem ser causados traumatismos não só ao nível da própria, como na parte do crânio onde esta se articula”, explica.
  • Barras e bebidas energéticas podem levar a cáries dentárias – “Estes alimentos são na sua maioria ricos em hidratos de carbono e açúcares, o que os torna grandes responsáveis pelo aparecimento de cáries e pela erosão dos dentes”, lembra.
  • A composição da saliva altera-se durante a prática desportiva– “Durante a atividade física, dá-se uma diminuição do fluxo de saliva e a boca fica mais seca, o que acaba por tornar a saliva mais alcalina (menos ácida). Neste sentido, a composição química da saliva vai contribuir para o desenvolvimento de tártaro”, recorda o responsável da Malo Clinic Lisboa.
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