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Bastonário da OMD integra direção do Conselho Europeu de Médicos Dentistas

Bastonário da OMD integra direção do Conselho Europeu de Médicos Dentistas

O bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas (OMD), Miguel Pavão, foi eleito para integrar a direção do Conselho Europeu de Médicos Dentistas (CED), durante o mandato 2022-2025.

Segundo explicado pela Ordem, no seu site, a decisão surgiu na Assembleia-Geral do CED, realizada a 18 de novembro, em que a OMD esteve representada pelo membro do Conselho Diretivo, Gonçalo Assis, e o assessor jurídico, Óscar Madureira (Miguel Pavão esteve ausente pela sobreposição das datas com o congresso da Ordem). Na reunião, o CED elegeu a nova direção e o tesoureiro para o mandato 2022-2025.

Esta eleição representa uma “oportunidade para transpor os desafios que os médicos dentistas portugueses enfrentam para o plano europeu, uma vez que há questões que são transversais aos diferentes países e há problemas específicos que afetam os países do sul da Europa”, aponta Miguel Pavão.

“A qualidade do ensino e formação, o excesso de profissionais, a mercantilização da profissão, a visão de uma medicina dentária plenamente integrada nas políticas de saúde e a preocupação com o acesso e a qualidade dos cuidados de saúde oral prestados à população são temas da nossa agenda e que poderão ser trabalhados no contexto europeu”, adianta o bastonário.

As médicas dentistas Charlotte Heuze (França) e Katalin Nagy (Hungria) também integram a direção. Ioannis Tzoutzas (Grécia) assume o cargo de tesoureiro.

Maria João Ponces na educação

A vogal do Conselho Diretivo da OMD, Maria João Ponces, vai integrar o grupo de trabalho Educação e Qualificações Profissionais em Medicina Dentária do CED.

Para a responsável, a participação neste grupo é uma “mais-valia para o trabalho que a Ordem tem vindo a desenvolver no âmbito da formação em medicina dentária”.

“O contacto com os colegas e congéneres europeus é fulcral para implementarmos parâmetros de ensino a nível europeu e assegurarmos que todos os futuros médicos dentistas têm uma formação que privilegia a qualidade, o conhecimento e a componente prática de exercício da profissão e de contacto com os pacientes”, afirma.

“Numa Europa que se pauta pela livre circulação de profissionais há que assegurar que o ensino garanta transversalmente um mínimo de formação teórica, prática, pré-clínica e clínica, que seja comum a todos os países e em consonância com os desenvolvimentos do século XXI. Só desse modo será possível garantir a segurança dos doentes”, conclui.

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