Prémios Saúde Oral 2018

Pedro Brito: “Quando recebi o telefonema nem queria acreditar”

Pedro Brito: “Quando recebi o telefonema nem queria acreditar”

Pedro Brito foi o vencedor deste ano do Prémio Figura do Ano na Área de Técnicos de Prótese Dentária, nos Prémios Saúde Oral 2018. Uma distinção que, para Pedro Brito, significa “alcançar um patamar importante a nível pessoal, uma vitória conquistada. Premeia o esforço e uma dedicação enorme que depositei ao longo destes 21 anos, em função de uma paixão. A honra de ter subido àquele palco deixa provado que, quando temos objetivos claros de vida e acreditamos neles, mais cedo ou mais tarde as conquistas acontecem”.

Para Pedro Brito, o Prémio acontece numa etapa importante da sua vida profissional. “Tinha acabado de realizar o curso que ambicionava ao longo de tantos anos – o master em Morfologia Dentária. Durante um mês que estive no Japão, em Osaka, na escola do mestre Kataoka, onde têm passado os melhores técnicos do mundo. Quando recebi o telefonema da nem queria acreditar”.

A motivação sempre foi um dos elementos Pedro Brito considera essencial na profissão. “Embora nem sempre se consiga estabelecer um nível padrão ao longo do percurso, este tipo de prémios reforça de sobremaneira aquilo que tantas vezes procuramos. Este prémio é, por si só, o reflexo de um trabalho de equipa, laboratorial e clínico, onde destaco, sem nomear ninguém em particular, os colegas de profissão que me ajudam todos os dias, e os médicos dentistas que continuam a confiar no meu trabalho”.

Quisemos saber se o prémio altera alguma coisa. “Nada muda em mim, mas confesso que me encheu a alma e deixou-me orgulhoso, quem não gosta de ser premiado. Fiquei igualmente contente por mais uma vez sentir que todos valorizamos quem sempre procura o melhor. E eu sempre dei o meu melhor”.

Para o futuro, Pedro Brito refere sentir “uma maior responsabilidade em continuar o mesmo trilho, esperando com isto que os mais jovens se espelhem e motivem com quem acredita e entrega o melhor à profissão, sempre em função da responsabilidade de devolver ao paciente a vontade de sorrir – a vontade de viver. Quando existe reconhecimento e valorização naquilo que fazemos, só nos torna mais fortes”.