Saúde

Publicada análise à saúde em Portugal

Publicada análise à saúde em Portugal

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) esteve recentemente reunido na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, para debater o estado da saúde no país com dois estudos que resultam do primeiro ano de atividade desta entidade: ‘Saúde em Portugal: o que se sabe em 2017’ e ‘Fluxos Financeiros no SNS’.

Sobre o estado da saúde oral no país, os estudos revelam que o acesso a estes cuidados “sofreu alguns constrangimentos, desde a criação do SNS”, razão pelo qual foi criado o Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO) que tem vindo a ser alargado a vários grupos populacionais ao longo dos últimos anos – crianças, grávidas, beneficiários do complemento solidário para idosos, pacientes com diabetes e doentes com VIH/SIDA.

De acordo com os dados agora divulgados, desde que foi lançado o programa tem vindo a crescer, tanto em despesa, como no número de cheques emitidos: o valor da despesa com os prestadores situou-se nos 14,5 milhões de euros em 2015, mas os gastos em cuidados preventivos representam pouco mais de 1% da despesa corrente do SNS (105,5 milhões de euros em 2015), dizem os estudos.

Orlando Monteiro da Silva, membro do Conselho Nacional de Saúde (CNS), acredita que estes resultados mostram que “é necessário maior investimento público na saúde oral como uma vez mais comprovado”.