Clínicas Dentárias

“O segredo é trabalhar com paixão e conseguir contagiar”

“O segredo é trabalhar com paixão e conseguir contagiar”

A celebrar 19 anos de presença no mercado, a Clínica Dentária Sónia Costa apresentou recentemente uma nova imagem que reflete a evolução e o investimento que tem feito nos últimos anos. Sónia Costa revelou à SAÚDE ORAL que o sucesso da clínica é pautado por uma equipa onde “cada médico exerce uma área específica” com “paixão” à mistura.

A Clínica Dentária Sónia Costa assinala este ano o seu 19º aniversário. Qual o balanço que fazem destes anos de atividade?

O balanço é muito positivo. Iniciámos este projeto em 1999 com um gabinete e uma assistente e hoje já somos uma equipa com duas rececionistas, 19 médicos, seis assistentes com seis gabinetes de medicina dentária, um de ginecologia e outro gabinete médico para pediatria e restantes especialidades, logo não poderia estar mais satisfeita.

Apostaram num evento de lançamento da nova imagem da clínica. O que serviu de inspiração à nova imagem? Ou seja, o que mudou?

No decorrer destes anos tivemos algumas alegrias, muitas emoções fortes e também algumas frustrações. Foram elas que nos fizeram crescer, que nos trouxeram maturidade, equilíbrio e vontade de ir sempre atrás do que é melhor para o nosso paciente. Hoje sentimos que ainda não está tudo feito, há uma vontade constante de mudança.

Esta nova imagem foi apresentada para ser aplicada a partir de 2019, mas foi amor à primeira vista, uma atração, uma química que fez com que não pudéssemos esperar pelos 20 anos como seria esperado. Uma vez que somos e sempre fomos uma clínica que foge à regra em tantas coisas, resolvemos fazê-lo como marco dos 19 anos de existência.

Do que mais se orgulha ao longo destes 19 anos de atividade?

O que mais me orgulha é, sem dúvida, o facto de todo o nosso percurso ter sido feito de forma sustentada, com os melhores parceiros, que sempre acreditaram em mim, em todo o projeto e que hoje também acreditam e confiam em toda a equipa.

A clínica tem-se destacado pela implementação de alguns avanços tecnológicos. Do que se trata o Sorriso Doador?

A tecnologia e o digital já há muito que deixaram de ser o futuro e passaram a ser o presente. A medicina dentária tem evoluído, tal como as restantes áreas da medicina, de forma ‘galopante’. Como em qualquer área da saúde todos os trabalhos devem ser o mais conservadores e, se possível, o mais previsíveis. O Sorriso Doador é exemplo disso, já que torna possível a previsibilidade do que fazemos na clínica.

Antes de tomar uma decisão, o paciente consegue ver, sentir e envolver-se emocionalmente com todo trabalho que nos propomos a fazer. O conceito do Sorriso Doador consiste num scanner intraoral de sorrisos (dentes de pessoas que consideramos bonitos e perfeitos) que, após ser trabalhado pelo profissional através do software Digital Smile Design, é validado pelo paciente que necessita de reabilitar o seu sorriso, para que ele o vivencie e diga se se identifica ou não com a nossa proposta.

O melhor de todo este processo é quando fazemos isto dentro da mesma família. Isto é, imaginemos que precisamos de reabilitar uma mãe que sempre teve como prioridade os seus filhos, optou por ficar ‘para trás’ e quando finalmente a vida lhe permite cuidar dela, nós pegamos no sorriso da filha e adaptamos à boca da mãe. O resultado é maravilhoso, chega a ser mesmo emocionante! É para proporcionar momentos como este que, na nossa clínica, apostamos em equipamentos que ajudam a criar e a melhorar tudo, garantindo a envolvência total entre o clínico e o paciente.

É difícil exercer medicina dentária no interior do país? Nomeadamente ter bons profissionais para trabalhar consigo?

Hoje em dia é difícil exercer medicina dentária em qualquer parte do país. Infelizmente, o nosso mercado de trabalho encontra-se saturado, pois neste momento temos um número de médicos dentistas muito elevado para as necessidades da população. No entanto, acredito que quando prestamos um serviço que é pautado por competência, honestidade e com muita paixão pelo que fazemos isso pode tornar o nosso sucesso um pouco mais fácil.

O nosso consultório já há muito tempo que se encontra na vanguarda de muitas técnicas e práticas clínicas porque trabalhamos por especialidades, onde cada médico exerce uma área específica. A ideia do médico dentista que ‘faz tudo’ já há alguns anos que foi posta de parte e, por isso, criámos uma equipa multidisciplinar.

Fizemos investimentos em equipamentos como microscópio operatório, laser, scanner intraoral, entre outros, que permite a qualquer profissional bem formado gostar, tirar prazer e acrescentar valor ao seu trabalho. Eu acredito que não vale a pena investir em formação quando não temos oportunidade de praticar ou não temos os meios necessários para pôr em prática o nosso conhecimento. Por isso tornar-se menos difícil exercer medicina dentária quando este trabalho é pautado pela qualidade e paixão no que fazemos. Se todos os profissionais tiverem as condições de trabalho de excelência é nesse patamar que eles vão querer estar.

Qual o segredo para manter um bom ambiente entre a equipa?

O segredo é trabalhar com paixão e conseguir contagiar. É chorar com os nossos quando eles estão menos bem e estar sentado na cadeira da frente a apoiar e aplaudir quando um dos nossos brilha. É apoiarmo-nos uns aos outros e vivenciar as vitórias e as derrotas de cada um. É criar momentos onde todos tiramos o casaco, deixamos de ser doutores, assistentes e passamos a ser a Sónia, a Margarida, o António…

A aposta na tecnologia de ponta é importante para o sucesso da clínica?

A aposta tecnológica é importante porque permite a bons profissionais poderem ter meios para aplicar tudo o que estudam e aprendem, permitindo, assim, fazer trabalhos menos invasivos, mais conservadores, mais indolores, previsíveis e o melhor, envolvendo os pacientes em todo o trabalho. Se eu acho que esta envolvência por parte do paciente e o seu conforto é importante para o sucesso? Sim acho que, talvez não em tudo, mas grande parte das vezes, associado a profissionais de excelência, faz toda a diferença.